
Tenho andado longe. É verdade.
Há dias em que apertam as saudades de um passado que se gravou dentro do peito, mas mesmo nesses dias, a vontade de remar contra a corrente parece ser tão frágil que me deixo, simplesmente, ir...
Noutros dias, a saudade deixa-se estar sossegada e o tempo parece fluir apenas no presente.
Hoje voltei a uma das cas(c)as que tinha deixado ficar no silêncio. E soube bem. Houve risos, houve música, houve abraços. Gentes que não via há tempo demais. E que me acolheram como sempre o fizeram. Como se o tempo fosse apenas inexorável nos ponteiros, porque nada faz sentido a não ser no momento em que o aproveitamos.
Então, dizia eu, hoje tenho saudades. Ao mesmo tempo que sei que as páginas, depois de voltadas, não guardam as mesmas palavras da mesma maneira.
(e por isso, hoje regressei e estou aqui, no lugar onde alguém um da quis)
Noutros dias, a saudade deixa-se estar sossegada e o tempo parece fluir apenas no presente.
Hoje voltei a uma das cas(c)as que tinha deixado ficar no silêncio. E soube bem. Houve risos, houve música, houve abraços. Gentes que não via há tempo demais. E que me acolheram como sempre o fizeram. Como se o tempo fosse apenas inexorável nos ponteiros, porque nada faz sentido a não ser no momento em que o aproveitamos.
Então, dizia eu, hoje tenho saudades. Ao mesmo tempo que sei que as páginas, depois de voltadas, não guardam as mesmas palavras da mesma maneira.
(e por isso, hoje regressei e estou aqui, no lugar onde alguém um da quis)
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